2ª Emissão de Debêntures fortalece o caixa e reduz custo de capital

Com um dos menores custos de captação do setor elétrico, a Aliança Energia liquidou, em 8 de julho, a 2ª Emissão de Debêntures, no valor de R$ 77 milhões, com prazo de dez anos e meio. Trata-se de uma emissão incentivada, sem a cobrança de imposto de renda sob a remuneração do investidor pessoa física, o que permitiu um custo menor de captação à Aliança.

Essa captação de recursos robusteceu o caixa da Aliança e reduziu o custo de capital da Companhia. Isso permitirá à empresa fazer frente aos compromissos a longo prazo e agregar mais valor aos acionistas.

Essa foi a primeira emissão da Aliança Energia com distribuição ao mercado investidor, o que a qualifica como uma empresa reconhecida pelos investidores institucionais e permitirá mais eficiência nas próximas ofertas.

2ª Emissão de Debêntures fortalece o caixa e reduz custo de capital - Aliança Energia2ª Emissão de Debêntures fortalece o caixa e reduz custo de capital - Aliança Energia

Os recursos são destinados ao reembolso de parte dos investimentos realizados para a implantação do Parque Eólico Santo Inácio, em Icapuí/CE, que foi enquadrado no Ministério de Minas e Energia como “projeto prioritário”.

A emissão foi coordenada pelo Banco ABC Brasil S.A. e possuiu garantias reais do Parque Eólico de Santo Inácio compartilhadas com o BNDES. Como parte fundamental para o sucesso da operação, foi atribuído aos papeis o rating “AAA/br” pela agência Fitch Ratings, nota máxima de crédito em escala nacional, o que confirmou a saúde financeira da Aliança.

Resultado: Após a realização de um road-show de três dias entre executivos da Aliança e mais de trinta fundos de investimentos, foi concluído o procedimento de bookbuilding e então reduzida a taxa de remuneração, que fechou a um custo anual de IPCA + 3,65%.

 

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